quarta-feira, 19 de maio de 2010

BG Pablo30 Diabolito Dragão Cromático Vermelho




Nome do Dragão:Pablo30 Diabolito
Dracônico:
Raça: Dragão Cromático Vermelho
Idade: 500 anos
Elemento que rege: A terra sobre todas as formas, FOGO o poder desse elemento está acumulado em seu espírito
ALTURA: 2 metros (forma humana), cerca de 2,8 metros(forma Dracõnica Humanoide) , 20 metros (forma Dracônica mística)
Elemento que rege: Direito total sobre o fogo e direito parcial sonbre a terra e as trevas

Não se sabe a origem deste dragão, tudo a esse respeito, paira numa penumbra intransponível. Sabe-se que a primeira vez que foi encontrado estava nas maos de vampiros,dentro dos limites de DARKNESFALLS, sendo resgatado por uma dragonesa vermelha ( Coreh Pessoa ), o que também nos leva a outro misterio, porque uma dragonesa vermelha salvaria esse ovo? E depois o acolhesse como filho? O instruindo e protegendo, isso sem falar em outro dragão vermelho (Heder Zapateiro), que também o protegeu de certa forma?
Após romper a casca de seu ovo, e ver a luz do mundo pela primeira vez e ver os seus protetores ( considerando-os como seus pais) pronunciou seu nome como que instintivamente "PABLO30 DIABOLITO". Escutou atentamente tudo o que seus pais falaram, procurou absorver todo o conhecimento que pode extrair deles, mas, apesar de toda atenção seu intinto ou essência prevaleceu - crueldade, ganância e egoísmo - agradeceu a seus tutores e antes de qualquer coisa pediu para conhecer o mundo - "Achei os humanos muito curiosos!" - e apesar dos protestos de seus pais saiu pelo novo mundo tão sedutor para o jovem dragão.
Extasiado pelo sua habilidade de voar, se sentiu superior e destimido, logo viu uma pequena aldeia, escondeu-se atras de uma montanha a uma distância segura e passou dias a observa-los, achou muito estranho aquelas criaturas. Ficou tão surpreso com os seres humanos que não percebeu que um grupo havia se formado de aldões para caça-lo e que eles estavam já por trás e pelos seus flancos com lanças e espadas. Não teve medo, apenas ficou surpreso e esperou para ver o que aconteceria, logo uma lança foi arremessada acertando suas escamas sem efeito algum. Após isso atacou todos sem piedade matou-os, desceu para a vila e ateou fogo em tudo, inclusive mulheres e crianças.
Em meio as chamas, sentiu algo estranho um sensação de bem estar e poder, também achou delicioso o sabor da carne humana, percebeu que sua forma dracônica despertava nas pessoas o ódio nas pessoas e com razão, então levantou vôo e destruiu em um único dia várias aldeias criando verdadeiros infernos na terra.
(...)
A aldeia ruia em chamas, tudo em pedaços corpos dilacerados acrescentavam a decoração do lugar um ar de apocalipse na terra. O dragão estava em meio ao caos e ria, dos escombros sai uma jovem vestida de modo estranho nas mãos um bastao de madeira, o dragão a olha de maneira curiosa pois em meio ao ataque não tinha visto ou percebido que lea estivesse ali:
--Dragão! Porque tanta furia? O que estes homens fizeram para despertar tanta furia? Grita a moça.
--Ha ha ha ha ha ha ha ha ha ha ! Ri com um desprezo o dragão que assusta a jovem.
--Porque precisaria de motivos humana! E porque se os tivesse diria a você?
--Dragão! Tua maldade é injustificada! Aqui só residiam pescadores e camponeses! Porque tantas mortes? Quem poderia roubar-lhes o direito da vida?
--Ha ha ha ha ha ha ha ha ha ha ha ! O teu ar de medo é o que me move humana! Nunca senti tamanho regojizo! Direito a vida? Vocês próprios nunca os respeitaram, se matando entre si como animais, porque eu deveria respeitar-lhes? Brada o dragão assumindo forma humana.
--Então se não respeitas a vida humana terei q te destruir! Grita a moça deixando cair o velho manto que usava, e deixando aparecer um manto azul escuro banhado por uma luz sutil, era uma maga.
Corre em direção ao dragão agora em forma humana, crente que será destruído facilmente, do cajado cria uma bola de luz que o acerta arremessando-o longe entre os escombros.
Crente de que derrotou o dragao a feiticeira deixa transparecer em seu rosto um sorriso de superioridade.Mas de repente os escombros voam longe e o dragao ainda como homem se levanta com um riso no rosto, se abaixa calmamente e pega uma velha espada no chão e diz:
--Vou matar-te com as armas que vocês próprios se matam mutuamente!
Correndo em direção a mulher, num salto incrivel crava a espada em seu peito arremessando-a no chão, agonizando a mulher fala com dificuldade:
--Porque...tanta...Fúria?
--Em tua arrogância mulher! Tenta entender o que não pode compreender...
Quando se preparava para ir embora, um clarão surge no centro da aldeia um imenso portal e dele aparece uma mulher semi-nua, descalça, olha para el e diz:
--Certamente não esquecesse a fúria de tua linhagem, sou como já deves ter percebido Tiamat, tua deusa! E senhora de ti e de todos os de tua descendência!
--Que sois Tiamat, isso não discordo! Mas minha senhora ou deusa não sei se posso concordar...Porque teria eu que me ajoelhar a quem quer que seja? Nem Tiamat! Ou mesmo Io! Seja eu a antitese de tudo que já existiu!
--Jovem dragão! Por isso fostes escolhido! pela tua arrogância e ganância! Que filho poderia eu querer sem essas qualidades? Escute jovem dragão, você se unirá a um grupo de dragões, seu líder é um poderoso dragão azul.
--Porque faria isso? Porque atenderia teu pedido? Quero a solidão de minha existencia!
Num gesto sutil a bela mulher levanta a mão arremessando o jovem dragão ao chão, deixando-o ajoelhado. E diz:
--Precisa de mais argumentos Pablo?
--Por enquanto só me resta te obedecer...
Desta forma entrei para os dragoes! Se permanecerei entre eles? Só esta quimera chamada futuro dirá...

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